violência

Vivemos na atualidade um momento de inquietudes, de pavios curtos e distúrbios violentos.
Angústias, dúvidas e perguntas sem respostas fazem parte do nosso cotidiano.

As origens dessas inquietudes são diversas, mas o caminho para saná-las não.
É tida como um fenômeno social, a violência despertou a preocupação do poder público e também várias esferas da sociedade além de diversos estudiosos de Ciências Sociais, História, Psicologia, Psicanálise, Economia, Medicina, Direito entre outros.

No nosso país, a violência, é um dos fenômenos mais preocupantes da população em geral e isso há tempos. Não é algo natural, mas resultado de desequilíbrio de nossas relações sociais, políticas e econômicas.
As diferenças socioeconômicas podem ser um gatilho para gerar violência, mas não é o principal elemento causador.

A humanidade já teve períodos pacíficos e outros revolucionários, alguns muito violentos e ainda fases em que a guerra e as expressões de violência generalizada se fizeram muito presentes, isto em diversas civilizações e épocas.

É a imposição do medo as ações concretas de violência e com isso a justificava equivocada de adoção de medidas de segurança muitas vezes mais violentas que a ação primeira.

Somos uma espécie violenta que usa essa atitude como estabelecimento de segregação do mais forte ou poderoso para a subjugação do mais fraco e mais temeroso.

É um preço alto que pagamos em todos os sentidos e as cicatrizes psicológicas, os traumas, dessa época são difíceis de serem tratadas e geram consequências muitas vezes nefastas para gerações inteiras que reverberam por muito tempo entre as pessoas. 

Deseja conversar? 

Venha, vamos conversar e elaborar esses sentimentos que não podem ficar aí guardados e ruminando sempre negativamente em seu organismo.

O título está propositalmente em letras minúsculas, pois eu creio que nunca devemos nos curvar a violência e encontrar modos menos agressivos de obter o controle e pacificação